SEMANA DA SANTA CEIA

Próxima reunião e Santa Ceia será dia 01 de Setembro de 2013. A ultima reunião de Santa Ceia foi no domingo, dia 04/06 de 2013.

e à noite aconteceu o Culto de Missões.
Também durante o dia tivemos nossa reunião de obreiros, onde pudemos tratar assuntos de grande relevancia para o bom andamento da Obra de Deus.
Continuamos lembrando aos nossos queridos membros de nossa igreja que
procure o secretário de sua congregação para podermos acertar seus dados
juntos a nossa igreja e assim acelerarmos a confecção de seu cartão de membro.
Próxima reunião e Santa Ceia será dia 
será dia 01 de Setembro de 2013.

 

-.-.-.-.-.-.-UMA HISTÓRIA PARA REFLETIR-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

 

O Pássaro E A Oração

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair? Como é que ele consegue isso? Se a gente tentasse dormir assim iríamos cair e quebrar o pescoço.

O segredo está nos tendões das pernas do passarinho. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. Os pés não irão soltar aquela coisa até que ele desdobra o joelho para voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força de segurar qualquer coisa.

É uma maravilha, não é? Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho. Mas, não é tão diferente de nós. Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo é ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado - dobrado em oração.

Salmo 34:15-18

- Harvest Field of the Dakotas, Jack Outhier   (www.hermeneutica.com.br.)

 

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“O menino que viu como Jesus”

12/05/2012

A seguinte história foi contada sobre uma família que parou numa lanchonete no dia de Natal. Eles estavam viajando, longe de casa, e pararam para descansar e almoçar.

A família de Nancy eram os únicos com crianças na lanchonete.
Nancy conta como foi.

“Eu coloquei Joãozinho, de dois anos, numa cadeira de bebê e notei que a lanchonete era calmo e todo mundo estava comendo e conversando.

De repente Joãozinho gritou “Oi, amigo.”

Meu filho bateu na mezinha da cadeira e seus olhos estavam alegres e animados.
Ele estava sorrindo e gaguejando.

Eu olhei ao redor e vi a pessoa para quem ele falou.

Num canto, perto da porta, estava sentado um mendigo.

A roupa do homem estava suja e manchada.
Eu podia ver os dedos de um dos seus pés num sapato desgastado. Seu cabelo estava assanhado.
Sentamos um pouco longe dele, mas eu imaginei como era o cheiro do homem.

O mendigo acenou no ar meio doido. “Olá meu amiguinho. Oi homenzinho. Tudo bem?” ele falou para Joãozinho.

O que é que a gente faz,”? eu perguntei a meu marido.

“Oi. Olá,” gritou Joãozinho para o homem.
Todo mundo na lanchonete olhou para a gente e depois para o homem.

Nosso almoço chegou e daí o homem realmente começou a gritar. “Meu amiguinho! Você conhece ‘Atirei um pão no ga-tô-tô’”… ?

Ninguém achou graça no mendigo. Ele obviamente estava bêbado.

Eu e meu marido ficamos constrangidos.
Mas, não queríamos criar uma cena.
Tentamos ignorar o velhinho.
Comemos em silêncio.

Mas, Joãozinho não.
Ele cantou tudo que sabia e o mendigo continuou com seus comentários.

Finalmente acabamos nossa refeição e fomos sair.

Meu marido foi pagar a conta e pediu que eu saísse logo da lanchonete.

O mendigo estava perto da porta.
Eu orei “Ó senhor, me deixe sair daqui antes que ele fale de novo com Joãozinho.”

Quando passei perto do homem eu virei de costas para ele.
Quando fiz isso, Joãozinho se inclinou de repente e se jogou para o mendigo.

Antes que podia parar ele, Joãozinho já estava nos braços do homem.

De repente um velhinho, sujo e de mau cheiro e um menino pequenino consumaram sua amizade.
Num ato de confiança total, Joãozinho deitou sua cabecinha no ombro do mendigo e sorriu.

O mendigo fechou os olhos e ninou e balançou Joãozinho em seus braços.
O tempo parecia parar.

Finalmente o velhinho abriu seus olhos e olhou diretamente nos meus.

“Tome cuidado deste menino.” Ele conseguiu dizer.
“Eu vou, sim.” Eu disse, mal conseguindo falar.

Ele levantou Joãozinho do seu ombro, e, com ternura e muita dificuldade, como se tivesse doendo muito, colocou meu menino de volta nos meus braços.

O homem disse “Deus te abençoa doutora. Você me deu meu presente de Natal.”

Eu mal consegui falar. Estava tão envergonhada.
Com Joãozinho nos meus braços, corri para o carro.

Meu marido me perguntou porque eu estava chorando.
Eu só conseguia dizer “Meu Deus, meu Deus, me perdoe.”

Eu havia acabado de testemunhar o amor de Cristo por meio de uma criancinha.
Meu filho não viu nenhum pecado, e não fez nenhum julgamento. Ele, uma criança, viu uma alma, quando eu, uma Cristã só vi roupa suja.

Eu fui uma Cristã que era cega, segurando uma criança que não foi.

Eu senti como se Deus estivesse me perguntando
“Você está disposto a compartilhar seu filho por um momento, quando eu compartilhei o meu para eternidade”?

Aquele mendigo me lembrou também, que para entrar no Reino, precisamos todos nos tornarmos como crianças.

- Autor original desconhecido. Tradução por Dennis Downing, do site www.hermeneutica.com.br.

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